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12 DE MARÇO DE 2025

  • Aracaju

Paulo Pêgo, diretor da Divisão de Cirurgia Torácica e do Programa de Transplante de Pulmão do InCor conta sobre o paciente, chamado Henrique. Internado na UTI em estado grave, ele precisou ficar 128 dias no ECMO – pulmão artificial – até que fez o transplante há um mês e teve alta nesta segunda-feira.
O InCor fez três procedimentos desse tipo em pacientes com Covid-19 e Henrique foi o único que resistiu. ‘O grande problema, na verdade, não é o transplante em si, mas sim o paciente ter reserva para superar uma doença grave, que é a Covid-19; um tempo de UTI muito longo; e um transplante. É a soma dos fatores’, explicou Pêgo.

O doutor esclareceu ainda como é tomada a decisão de indicar um paciente para o transplante. ‘Após 30 dias no ECMO se começa a cogitar o transplante. Se o doente preencher todos os quesitos, é indicado.’

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