By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
Sergipe Em DebateSergipe Em DebateSergipe Em Debate
  • Home
  • Notícias
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política
  • Colunas
Reading: OPORTUNIDADES NA CADEIA PRODUTIVA DA CANNABIS PAUTAM DEBATE NO MAIOR CONGRESSO DE ENGENHARIA E AGRONOMIA
Compartilhar
Font ResizerAa
Font ResizerAa
Sergipe Em DebateSergipe Em Debate
  • Home
  • Notícias
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política
  • Colunas
  • Home
  • Notícias
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política
  • Colunas
Siga-nos
Home » Blog » OPORTUNIDADES NA CADEIA PRODUTIVA DA CANNABIS PAUTAM DEBATE NO MAIOR CONGRESSO DE ENGENHARIA E AGRONOMIA
Destaques

OPORTUNIDADES NA CADEIA PRODUTIVA DA CANNABIS PAUTAM DEBATE NO MAIOR CONGRESSO DE ENGENHARIA E AGRONOMIA

Redação SeD
Última atualização: 16 de outubro de 2026 11:55
Redação SeD
Compartilhar
Compartilhar

Avaliado em US$ 9,47 bilhões em 2024, mercado global de cânhamo industrial deve atingir US$ 47,82 bilhões até 2033; especialistas discutiram aplicações e desafios para a produção brasileira

O potencial da cadeia produtiva da cannabis foi tema de debate na 81ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), promovida pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), em Aracaju (SE). No painel “Cannabis Medicinal: da Genética ao Medicamento”, especialistas discutiram oportunidades e desafios para a produção brasileira diante da expansão projetada para o mercado global de cânhamo industrial: a estimativa é alcançar US$ 47,82 bilhões em 2033, mais de cinco vezes os US$ 9,47 bilhões de 2024.

A projeção foi apresentada pelo presidente do Instituto Ficus, Bruno Agnello Pegoraro, ao abordar as oportunidades para a engenharia. Ele destacou o crescimento e a expansão do mercado, cujo potencial industrial amplia as possibilidades de atuação para além da produção de insumos medicinais.

“Essa nova commodity, para fins industriais, ainda carece de muitos estudos e muita conversa. Então, acho que a agronomia tem um papel fundamental nessa discussão. Vai ser um mercado muito grande, eu não tenho dúvida disso. Vem crescendo ano a ano a procura por fibras naturais.” afirma Bruno.

Entre os profissionais que acompanharam o painel na plateia estava o engenheiro agrônomo Ricardo Antonini Ayub, professor do curso de Agronomia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Ao comentar o debate, ele destacou a importância de diversificar a produção agrícola. “Toda vez que a gente abre uma cadeia de produção nova, você abre novas perspectivas de mercado, são mais empregos gerados, novos produtos, novos profissionais entrando no negócio. Então, isso é muito importante para o país. E quanto mais produtos você tem à disposição, melhor ainda. É aquela velha máxima: não bota todos os ovos na mesma cesta”, afirmou.

Da medicina à construção civil

A diversidade de aplicações foi detalhada pela pesquisadora da Embrapa Beatriz Marti Emygdio, presidente do comitê de assessoramento estratégico em cannabis da instituição. Ao apresentar a cadeia produtiva da Cannabis sativa, ela destacou o aproveitamento de diferentes partes da planta: o caule pode fornecer matéria-prima para papel e tecidos, enquanto as sementes têm aplicações na produção de óleos, alimentos, ração animal e cosméticos, as flores são utilizadas na obtenção de compostos de interesse medicinal e terapêutico, enquanto as raízes tem possibilidades diversas de uso na agricultura como absorção de CO₂ e regeneração do solo.

O consultor da Anvisa Sérgio Barbosa Ferreira Rocha destacou o potencial de cultivo da cannabis no Brasil, especialmente nas regiões Nordeste e Centro-Sul. Ele também ressaltou a versatilidade da planta, que, segundo sua apresentação, pode fornecer matéria-prima de fonte renovável para mais de 25 mil produtos. Entre os exemplos citados estão materiais para construção civil, bioplásticos e produtos voltados à alimentação e à suplementação nutricional.

O debate reuniu, assim, perspectivas sobre os usos medicinais e industriais da cannabis, relacionando as possibilidades de aproveitamento da planta às condições necessárias para desenvolver sua cadeia produtiva no Brasil.

Genética e sementes nacionais entre os desafios

Apesar do potencial, a produção brasileira enfrenta obstáculos desde o campo. Beatriz apontou a dependência de genética importada, a ausência de cultivares adaptadas às condições nacionais, fragilidades fitossanitárias e a falta de material propagativo certificado. A variabilidade da matéria-prima e lacunas regulatórias e metodológicas também foram identificadas como gargalos.

Na avaliação da pesquisadora, o país precisa desenvolver suas próprias cultivares, estruturas produtivas e produção de sementes. “O desafio não é apenas autorizar o cultivo, mas criar as condições científicas tecnológicas e regulatórias para que o Brasil desenvolva uma cadeira própria segura e competitividade com insumos canábicos. Não basta regular para permitir. É preciso regular para competir.” afirmou Beatriz.

A relação entre competitividade e acesso aos produtos finais também esteve em discussão. A avaliação apresentada no painel é que a produção nacional precisa alcançar condições que favoreçam a redução de custos para que os benefícios possam chegar ao consumidor.

Mediado por Almir Antonio Gnoatto, superintendente de Agricultura e Pecuária no Paraná do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o encontro contou ainda com Renata de Morais Souza, gerente de Produtos Controlados da Anvisa. Ela apresentou o histórico e o cenário atual da regulação da área, compondo o debate sobre os caminhos para estruturar a cadeia produtiva no país.

Texto e foto: Assessoria de Comunicação I Confea

You Might Also Like

Viana recorre ao STF para obrigar depoimento de Vorcaro na CPMI
Brasil terá Dia Nacional em Memória de Vítimas do Trânsito
Espanha bate Portugal em possível adeus de Cristiano Ronaldo às Copas
Governo do Estado firma parceria e levará unidade móvel do Hospital de Cirurgia aos municípios
Novas regras de segurança do Pix entram em vigor; veja mudanças
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Copy Link Print
Notícia anterior Trabalho infantil no país recua 9,2% de 2024 para 2025, aponta IBGE
Próxima Notícia TCE/SE promove evento sobre impactos da Reforma Tributária nos municípios

Mais lidas

A cada 100 mortos pela polícia em 2022, 65 eram negros, mostra estudo
Destaques
Mundo vive turbulência econômica que vai piorar, diz ministro
Brasil
Início de ano: saiba como preparar o orçamento para as contas
Sergipe
Justiça Federal define a data de Júri Popular dos ex-PRFs acusados de envolvimento na morte de Genivaldo Santos em Umbaúba
Sergipe
- Anúncio-
Ad image
- Anúncio-

Você também pode gostar

Destaques

Caixa eleva para R$ 320 milhões estimativa de prêmio da Mega 30 anos

1 Min Leitura
Destaques

TSE marca para 2 de junho julgamento de recurso de Claudio Castro

2 Min Leitura
Destaques

Médico diz que Lula retirou lesão e deve repousar nos próximos dias

2 Min Leitura
Destaques

Mercado financeiro eleva projeção de expansão da economia

6 Min Leitura
Anterior Próximo

Em Debate – programa apresentado pelo jornalista Messias Carvalho. Entrevistas, análises e debates sobre os principais temas da atualidade.

Acesso Rápido

  • Home
  • Geral
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política

Fale com a Redação

  • (79) 98131-6272
  • messias@sergipeemdebate.com.br
© Copyright 2025. Todos os Direitos Reservados - Feito com ❤ por R2 Sites