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Mundo

Brasil foi persuadido pelos EUA na gestão de Trump a não comprar a vacina Sputnik V

Redação SeD
Última atualização: 15 de março de 2021 22:56
Redação SeD
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Um relatório do governo dos Estados Unidos produzido na gestão de Donald Trump afirma que o país persuadiu o Brasil a não comprar a Sputnik V, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia.
A informação está em um documento do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS, na sigla em inglês) sobre as ações tomadas em 2020.
O HHS é responsável pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), entidade de saúde do país, e pela Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA), órgão regulador similar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
No governo Trump, o departamento foi comandado entre 2018 e 2021 por Alex Azar, ex-executivo de uma grande farmacêutica que chegou a chefiar a campanha de combate ao coronavírus nos EUA no início da pandemia.
No trecho que fala sobre “combater as influências malignas nas Américas”, o documento aponta que o Escritório de Assuntos Globais (OGA) do HHS “usou as relações diplomáticas na região para mitigar os esforços” de Cuba, Venezuela e Rússia, “que estão trabalhando para aumentar sua influência na região em detrimento da segurança dos Estados Unidos”.
O relatório cita dois exemplos da coordenação com outras agências governamentais dos EUA para “fortalecer os laços diplomáticos e oferecer assistência técnica e humanitária para dissuadir os países da região de aceitar ajuda desses estados mal-intencionados”:
1. O uso do escritório do adido de saúde da OGA para persuadir o Brasil a rejeitar a vacina russa contra Covid-19;
2. E a oferta de assistência técnica do CDC para o Panamá não aceitar uma oferta de médicos cubanos.
Procurado, o fundo soberano russo, que financia a Sputnik V, afirmou que “o Departamento de Saúde dos Estados Unidos confirmou publicamente que pressionou o Brasil contra a Sputnik V” e criticou o governo americano. “Os países devem trabalhar juntos para salvar vidas. Os esforços para minar as vacinas são antiéticos e custam vidas.”
A Embaixada dos EUA em Brasília disse em post no Twitter que “nunca desencorajou o Brasil a aceitar vacinas contra Covid-19 que foram autorizadas por seus respectivos órgãos reguladores. Respeitamos o processo de aprovação da Anvisa”. Não rejeita, portanto o que diz o relatório do HHS, já que a Sputnik ainda não tem aval para aplicação no Brasil ou nos Estados Unidos.
“Os Estados Unidos acreditam firmemente na necessidade de vacinas que atendam aos padrões clínicos mínimos de eficácia, independentemente do país de origem”, diz o governo americano. “Os EUA não estão em posição de comentar sobre vacinas que não foram autorizadas pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA”, completa.
O Itamaraty afirmou que a “Embaixada do Brasil em Washington não recebeu consultas ou gestões de autoridades ou empresas dos Estados Unidos a respeito da eventual compra, pelo Brasil, da vacina russa contra a Covid-19”. Disse ainda que as negociações do Brasil com diversos países e consórcios têm sido norteadas por princípios como o senso de urgência e a escolha soberana de fornecedores.
“O Brasil está negociando a compra da vacina Sputnik V, com participação da empresa União Química e do fundo russo RDIF, sujeita à aprovação da Anvisa”, conclui o Ministério de Relações Exteriores .
O OGA tem adidos de saúde “em quase todas as regiões do mundo”, segundo o HHS. De acordo com o departamento, “os adidos de saúde são o principal ponto de contato para a diplomacia global”.
Atualmente, os EUA têm adidos de saúde no Brasil, na China, na Índia, no México, na África do Sul e na missão do país na ONU, em Genebra. Não há, no entanto, detalhes no documento do HHS de como essa “persuasão” teria sido exercida sobre o governo Bolsonaro.
O governo brasileiro anunciou a compra de 10 milhões de doses da Sputnik V. O anúncio foi feito após o consórcio de governadores do Nordeste negociar outras 37 milhões de doses da vacina russa.
Apesar dos anúncios dos governos federal e estaduais, a Sputnik V ainda não foi aprovada pela Anvisa para uso emergencial no Brasil.
A vacina foi desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, tem 91,6% de eficácia e se tornou a primeira a ser autorizada para uso emergencial no mundo, em agosto, antes mesmo do fim dos testes clínicos.
Atualmente, o Brasil utiliza as vacinas CoronaVac e de Oxford/AstraZeneca no Programa Nacional de Imunização (PNI). A vacina da Pfizer já teve o registro definitivo concedido pela Anvisa, mas o governo federal não comprou o imunizante até o momento.

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