By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
Sergipe Em DebateSergipe Em DebateSergipe Em Debate
  • Home
  • Notícias
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política
  • Colunas
Reading: Brasil: pesquisa faz mapeamento da incidência de malária em gestantes
Compartilhar
Font ResizerAa
Font ResizerAa
Sergipe Em DebateSergipe Em Debate
  • Home
  • Notícias
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política
  • Colunas
  • Home
  • Notícias
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política
  • Colunas
Siga-nos
Home » Blog » Brasil: pesquisa faz mapeamento da incidência de malária em gestantes
Brasil

Brasil: pesquisa faz mapeamento da incidência de malária em gestantes

Redação SeD
Última atualização: 21 de julho de 2022 06:09
Redação SeD
Compartilhar
Compartilhar

esquisa da Universidade de São Paulo (USP) fez um mapeamento da incidência de malária em gestantes no Brasil. A abrangência do estudo torna o trabalho inédito, tendo em vista que foi analisado um longo período, de 2004 a 2018, e envolve mais de 60 mil mulheres, a partir de dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Malária (Sivep-Malária), do Ministério da Saúde. Entre os resultados encontrados, está a observação de que a doença ocorre mais em grávidas de municípios dos estados do Amazonas, do Acre, de Rondônia e do Pará.

“São os hotspots para a doença, aquelas regiões que são mais críticas, onde a frequência da doença acontece com mais evidência. O estudo indica onde seriam necessárias maiores intervenções do sistema de saúde, de  políticas públicas”, explica Cláudio Romero Farias Marinho, professor do Laboratório de Imunoparasitologia Experimental do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB-USP), que coordenou o trabalho. A pesquisa foi apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e publicada na revista Lancet Regional Health – Americas.

O grupo coordenado por Marinho estuda a malária gestacional há 10 anos. “As gestantes, assim como as crianças com idade até cinco anos, são os principais grupos de risco para desenvolver uma doença severa, a malária severa. A maior mortalidade do mundo se aplica a esses dois grupos”, pontuou. A doença é causada por protozoários do gênero Plasmodium e transmitida pelo mosquito Anopheles. As gestantes infectadas correm mais risco de ter anemia grave, parto prematuro, aborto e natimortalidade. O feto também pode ser afetado, apresentando microcefalia ou ter o crescimento prejudicado.

O trabalho mostra também que houve redução para aproximadamente metade dos casos no período analisado. “Com todos os problemas que temos, o Brasil tem um programa muito sério de controle da malária. A doença tem que ser notificada e esse sistema é alimentado quase que diariamente. É um sistema de vigilância bastante eficiente”, avaliou. Além disso, ele destaca o fato de que todo o tratamento é gratuito. “Isso é super importante, porque isso evita resistência à droga, nós nos certificamos que realmente a pessoa foi tratada de forma adequada.”

Tratamento

Apesar disso, o estudo revelou ainda que o tratamento dessas pacientes pode estar sendo feito de forma inadequada, com a prescrição de um medicamento contraindicado, a primaquina. Marinho alerta, no entanto, que, como se trata de uma base de dados, é preciso confirmar essa informação, pois pode haver erro na informação registrada. “Esse é um importante ponto de alerta, mas cabe às autoridades olhar isso e verificar, ter um maior controle, verificar a veracidade dessa informação”, ponderou o pesquisador.

Sob a coordenação de Marinho, o levantamento foi conduzido pela pós-doutoranda do ICB-USP Jamille Dombrowski, em parceria com pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP-USP). A partir dessa análise epidemiológica, o foco do grupo agora é o diagnóstico precoce de uma complicação da doença, a malária placentária. Nesses casos, o parasita pode estar na placenta e a gestante sem apresentar sintomas. Dombrowski trabalha, portanto, em um projeto que quer identificar biomarcadores para que essa análise possa ser introduzida na rotina do pré-natal.

Edição: Aline Leal

Fonte : Agência Brasil

You Might Also Like

MEIs respondiam por 19% das ocupações formais no Brasil em 2021
Maioria do STF vota a favor da União em disputa previdenciária
Campanha Maio Amarelo convida motoristas a desacelerarem nas rodovias
Oposição classifica de arbitrárias medidas cautelares contra Bolsonaro
Justiça determina quebra de sigilo pela Google após ameaças a Felca
TAGSgestantemalaria
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Copy Link Print
Notícia anterior Acusado de homicídios em Itabaiana morre após reagir a ação policial
Próxima Notícia Denarc apreende 25kg de drogas na Zona de Expansão de Aracaju

Mais lidas

A cada 100 mortos pela polícia em 2022, 65 eram negros, mostra estudo
Destaques
Mundo vive turbulência econômica que vai piorar, diz ministro
Brasil
Início de ano: saiba como preparar o orçamento para as contas
Sergipe
Justiça Federal define a data de Júri Popular dos ex-PRFs acusados de envolvimento na morte de Genivaldo Santos em Umbaúba
Sergipe
- Anúncio-
Ad image
- Anúncio-

Você também pode gostar

Brasil

Santos, Atlético-MG e Botafogo voltam à elite do Brasileirão Feminino

5 Min Leitura
Brasil

Produção de veículos tem alta de 19,3% em setembro, informa Anfavea

4 Min Leitura
Brasil

Política de Cuidados vai ao Congresso nesta quarta-feira

6 Min Leitura
Brasil

Banco Central comunica o vazamento de dados de 3 mil chaves Pix

4 Min Leitura
Anterior Próximo

Em Debate – programa apresentado pelo jornalista Messias Carvalho. Entrevistas, análises e debates sobre os principais temas da atualidade.

Acesso Rápido

  • Home
  • Geral
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política

Fale com a Redação

  • (79) 98131-6272
  • messias@sergipeemdebate.com.br
© Copyright 2025. Todos os Direitos Reservados - Feito com ❤ por R2 Sites