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Sergipe

Governo viabiliza cirurgias para mulheres com endometriose

Redação SeD
Última atualização: 11 de outubro de 2024 04:47
Redação SeD
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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), viabilizou por meio de cofinanciamento de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs), a realização de cirurgias de laparotomia videolaparoscópica de endometriose para 77 sergipanas. As cirurgias já foram iniciadas no Hospital Universitário de Aracaju (HUA), conforme o cronograma da unidade hospitalar.

A cirurgia é uma das formas de tratamento para a mulher com endometriose profunda, sendo atualmente a única com capacidade de cura. Ela consegue reduzir as dores da paciente pela remoção do tecido doente, permitindo uma melhoria significativa na qualidade de vida da mulher. Está indicada principalmente para casos em que não se consegue um controle clínico adequado das dores, de infertilidade ou com risco iminente à saúde, como é o caso das 77 pacientes que aguardam pela cirurgia de endometriose.

Josefa Santos Silva, 40 anos, mora no município de Riachão do Dantas, e começou a sentir os primeiros sintomas da endometriose ainda na adolescência. “Era uma dor que eu não conseguia explicar. Achava que era normal, mas o tempo foi passando e a cada menstruação, o fluxo e as dores aumentavam. Após alguns anos minhas idas às urgências se tornaram frequentes. Fui em vários ginecologistas, até que identificaram a endometriose e que a única saída era a cirurgia”, relatou.

Josefa enfrentou muitos desafios, e até o desejo de ser mãe se tornou um sonho distante pelas dores intensas. Mas a perspectiva mudou quando ela soube da retomada das cirurgias por parte do Governo do Estado. “Quando o médico me ligou, eu não consegui conter as lágrimas. Quero poder sonhar novamente, ter a liberdade de viver sem dor e sofrimento. Então agradeço de coração ao Governo do Estado por ter esse olhar voltado à saúde feminina, principalmente dessa doença crônica que tanto nos afeta”, exaltou.

Entenda a endometriose

A endometriose, uma condição em que o tecido endometrial cresce fora do útero, afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“O endométrio é a camada mais interna do útero, local onde o embrião se implanta durante a gravidez. Além disso, é essa camada que a mulher expulsa todo mês, sob a forma de sangue durante a menstruação. Uma vez que esse tecido se encontra fora do útero, ele faz com que a mulher sangre dentro do abdômen ou no órgão em que ele estiver, de forma similar à menstruação, causando inflamação e dor crônica”, explicou o cirurgião do Hospital Universitário, Lucas Chagas – que realizou a cirurgia da paciente Josefa Santos Silva.

O médico destacou que a forma como a endometriose se desenvolve ainda é objeto de estudo da medicina, não sendo possível afirmar com precisão como ela surge. Por isso muitas mulheres têm a doença de forma silenciosa. Mas naquelas em que os sintomas aparecem, eles costumam estar relacionados aos 6 D’s clássicos da endometriose: Dor pélvica; Dismenorreia, dor tipo cólica intensa; Disúria, dor para urinar; Disquezia, dor para evacuar; Dispareunia, dor de profundidade durante a relação sexual; Dificuldade para engravidar, com infertilidade.

Além desses clássicos, ainda existem outros sintomas fortemente associados à endometriose, como fadiga intensa com exaustão física e mental, inchaço da barriga, dor lombar e dor nas pernas.

Quando a mulher procura um médico com sintomas já mencionados, após um diálogo e um exame físico, é feita a suspeita da endometriose. Para sua confirmação, é necessária a realização de um dos dois exames de imagem, que é a ultrassom transvaginal com preparo intestinal e mapeamento para endometriose e ressonância  magnética de pelve. “Caso os dois exames não consigam visualizar a doença, pode ser indicada uma videolaparoscopia diagnóstica, que consiste em um procedimento cirúrgico para se tentar visualizar diretamente a presença de endometriose”, pontuou Lucas Chagas.

O médico ainda explicou que não tratar a endometriose confere um risco de progressão da doença, com crescimento dos focos e acometimento de mais órgãos. Em casos mais graves, pode ocorrer perda de função de órgãos, como rins, bexiga, intestino, ou até  mesmo acometer os nervos da perna.

Do ponto de vista psicológico, já está provado que mulheres com endometriose, pelo quadro de dor crônica, são mais suscetíveis à depressão e ansiedade. No âmbito social, os impactos são imensos com dificuldade em conseguir relacionamentos fixos, pela dificuldade em ter relação sexual, e em conseguir se fixar no trabalho pelo absenteísmo devido às idas constantes à urgência.

Foto: Mário Sousa

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