A Universidade Federal de Sergipe (UFS) esteve representada no Circuito Paralímpico Loterias da Caixa e conquistou medalha de prata no halterofilismo com a atleta Camila Feitosa. A competição aconteceu em São Paulo durante o mês de abril.
Camila é também aluna do curso de Artes visuais na UFS e pratica o esporte há 4 anos. A atleta está no projeto de halterofilismo da UFS desde março de 2018 e conta como essa conquista foi importante. “Me deu a oportunidade de classificação para o campeonato brasileiro que acontece de 04 a 07 de maio, no centro de treinamento paralímpico Brasileiro, em São Paulo”.
Halterofilismo Paralímpico como projeto de extensão
O projeto “Halterofilismo Paralímpico” existe na UFS desde 2016 e é coordenado pelo professor do Departamento de Educação Física, Felipe Aidar. Cerca de 40 pessoas participam, sendo que a maior parte dos atletas é composta pelos próprios alunos da UFS.
“As principais conquistas ao longo desse tempo foram o sétimo lugar na paralimpíada de Tóquio, terceiro lugar no para pan-americano de Lima, segundo lugar na copa do mundo de Dubai, segundo lugar na copa do mundo da Colômbia, e terceiro lugar nas copas do mundo da Nigéria e Tbilisi, na Geórgia. Em nível nacional, são vários títulos e um recorde brasileiro”, ressalta o professor.
Felipe diz que a UFS está ganhando medalhas em nível nacional desde 2018. “Em 2019 fomos a quarta melhor equipe do país e agora na etapa nacional nós somos o terceiro melhor. Então, são várias medalhas que a gente ganha em cada competição”.
Atualmente, na UFS, existem atletas em níveis nacional e internacional e atletas paralímpicos. “Temos uma média de 200 atletas competindo nas etapas abertas e no nacional. Na verdade, todas as competições que antecedem o campeonato brasileiro são justamente para formar o ranking, e, nele, competem oito atletas por categoria nas categorias masculinas, e oito atletas por categoria nas categorias femininas, e além dos atletas juniores”, diz o docente.
A importância do esporte na UFS
O objetivo do projeto é atender pessoas com deficiência em membros inferiores e nanismo, através do e halterofilismo. Felipe ressalta a contribuição que essa iniciativa tem para a formação dos alunos e para a comunidade.
“O projeto contribui demonstrando possibilidades de entretenimento, saúde e entre outros, além de diminuir o risco social e o contato com as drogas”.
Fonte: UFS