By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
Sergipe Em DebateSergipe Em DebateSergipe Em Debate
  • Home
  • Notícias
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política
  • Colunas
Reading: Discriminação atinge 52,9% das pessoas com HIV/aids, mostra pesquisa
Compartilhar
Font ResizerAa
Font ResizerAa
Sergipe Em DebateSergipe Em Debate
  • Home
  • Notícias
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política
  • Colunas
  • Home
  • Notícias
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política
  • Colunas
Siga-nos
Home » Blog » Discriminação atinge 52,9% das pessoas com HIV/aids, mostra pesquisa
Brasil

Discriminação atinge 52,9% das pessoas com HIV/aids, mostra pesquisa

Redação SeD
Última atualização: 9 de maio de 2025 04:19
Redação SeD
Compartilhar
Compartilhar

Dados do  Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV 2025 indicam que 52,9% das pessoas com a condição no Brasil já passaram por algum tipo de discriminação ao longo da vida, enquanto 38,8% relataram fofocas ou algum tipo de comentário discriminatório.

Contents
Pesquisadores Ângelo Brandelli e Thiago Jerohan, em cerimônia de lançamento do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV 2025, no Palácio do Planalto – Marcelo Camargo/Agência BrasilEventos climáticos extremosImpactos das violaçõesSecretária nacional de diálogos sociais, Kenarik Boujikian, na cerimônia – Marcelo Camargo/Agência BrasilPopulações-chave

O documento lançado nesta quinta-feira (8) foi produzido por um consórcio de organizações que inclui o Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas, a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS, a Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans Vivendo e Convivendo com HIV/Aids e a Articulação Nacional de Aids, entre outros.

Brasília (DF), 08/05/2025 - Os pesquisadores Ângelo Brandelli e Thiago Jerohan durante cerimônia de lançamento do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV 2025, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Pesquisadores Ângelo Brandelli e Thiago Jerohan, em cerimônia de lançamento do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV 2025, no Palácio do Planalto – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ao longo de um período de quatro meses do ano passado, 1.275 pessoas de sete capitais brasileiras foram ouvidas, sendo 249 em São Paulo, 273 no Rio de Janeiro, 152 em Salvador, 166 em Porto Alegre, 224 em Recife, 100 em Manaus e 111 em Brasília.

Violações graves de direitos humanos, incluindo discriminação institucional, quebra de sigilo, coerção em serviços de saúde e violência física foram reveladas pela pesquisa.

“Essas violações não apenas ferem a dignidade das pessoas que vivem com HIV, mas também criam barreiras ao tratamento e à prevenção do HIV”, destaca o texto.

Sobre exposição não consentida, por exemplo, 6,6% das pessoas entrevistadas revelaram que tiveram sua sorologia divulgada publicamente sem consentimento.

Já em relação à discriminação em serviços de saúde, 11,5% sofreram tratamento discriminatório em serviços relacionados ao HIV, como o uso excessivo de luvas e a recusa de atendimento, enquanto 13,1% relataram estigma em serviços não relacionados ao HIV.

Eventos climáticos extremos

Pela primeira vez, o tema eventos climáticos extremos aparece no Índice de Estigma. Cerca de 23% das pessoas relataram ter enfrentado algum tipo de dificuldade para ter acesso a medicamentos antirretrovirais em razão de fenômenos meteorológicos intensos e fora do padrão, como secas, ondas de calor e enchentes.

Impactos das violações

Brasília (DF), 08/05/2025 - A secretária nacional de diálogos sociais, Kenarik Boujikian, durante cerimônia de lançamento do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV 2025, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Secretária nacional de diálogos sociais, Kenarik Boujikian, na cerimônia – Marcelo Camargo/Agência Brasil

De acordo com o estudo, o medo de reações negativas influencia decisões importantes – 22,8% dos entrevistados evitaram fazer o teste de HIV por receio da reação de outras pessoas, enquanto 8,5% deixaram de procurar serviços de saúde após vivenciarem situações de preconceito.

“Os dados revelam como o estigma ainda é uma barreira concreta ao cuidado, à prevenção e ao bem-estar”, destacou a pesquisa. “A saúde mental é impactada diretamente em situações de estigma e discriminação. Sobre este tema, 29,1% responderam que, após o diagnóstico, apresentaram sintomas de depressão e, em relação a ansiedade, o percentual foi de cerca de 41%”.

Populações-chave

O levantamento mostra ainda que o estigma e a discriminação estão presentes na vida de pessoas que vivem com HIV, mas, em algumas populações, são sentidos de forma ainda mais profunda. Entre os grupos citados como mais vulneráveis estão pessoas trans e travestis e profissionais do sexo.

Entre os entrevistados trans e travestis, 86,7% sofreram discriminação por identidade de gênero e 67,7% relataram assédio sexual. Já entre as pessoas ouvidas pela pesquisa e que atuam como profissionais do sexo, 73% sofreram assédio sexual e 81,1% vivenciaram alguma forma de estigma.

“O Brasil alcançou, em 2020, a primeira meta 95 — na qual 95% das pessoas vivendo com HIV devem conhecer seu diagnóstico – e, em 2024, atingiu a terceira meta 95 – referente à supressão da carga viral em 95% das pessoas em tratamento”, destacou o relatório.

“A meta ainda não alcançada — garantir que 95% das pessoas diagnosticadas estejam em tratamento — está diretamente relacionada a determinantes sociais. Sem enfrentar o estigma e a discriminação que afastam muitas pessoas dos serviços de saúde, essa meta continuará fora de alcance”, concluiu o documento.

Participaram ainda na produção da pesquisa o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde.

Agência Brasil

You Might Also Like

Ministério do Esporte lança edital da edição 2023 do Bolsa Atleta
Ivete, BaianaSystem, Brown e Ilê Ayê abrem carnaval de Salvador
Nenhuma aposta acerta a Mega-Sena e prêmio vai a R$ 80 milhões
Quase 50% precisaram ajustar orçamento para não perder plano de saúde
Estudo sugere que Coronavac pode não ser eficaz para combater a variante do coronavírus
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Copy Link Print
Notícia anterior Preço da Cesta Básica sobe em 15 de 17 capitais pesquisadas em abril
Próxima Notícia Ibama multa 242 pessoas por incêndios criminosos em 2024

Mais lidas

A cada 100 mortos pela polícia em 2022, 65 eram negros, mostra estudo
Destaques
Mundo vive turbulência econômica que vai piorar, diz ministro
Brasil
Início de ano: saiba como preparar o orçamento para as contas
Sergipe
Justiça Federal define a data de Júri Popular dos ex-PRFs acusados de envolvimento na morte de Genivaldo Santos em Umbaúba
Sergipe
- Anúncio-
Ad image
- Anúncio-

Você também pode gostar

Brasil

Petrobras reduz preço da gasolina A para as distribuidoras

2 Min Leitura
Brasil

Cadernos de prova do Enem já estão prontos, diz presidente do Inep

2 Min Leitura
Brasil

Psicanalista diz que mundo de tsunami digital requer nova educação

10 Min Leitura
Brasil

Governo anuncia iniciativas por direitos de população LGBTQIA+

3 Min Leitura
Anterior Próximo

Em Debate – programa apresentado pelo jornalista Messias Carvalho. Entrevistas, análises e debates sobre os principais temas da atualidade.

Acesso Rápido

  • Home
  • Geral
  • Sergipe
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Política

Fale com a Redação

  • (79) 98131-6272
  • messias@sergipeemdebate.com.br
© Copyright 2025. Todos os Direitos Reservados - Feito com ❤ por R2 Sites