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Brasil

Estudo sugere que Coronavac pode não ser eficaz para combater a variante do coronavírus

Redação SeD
Última atualização: 2 de março de 2021 16:46
Redação SeD
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Novo estudo feito por cientistas brasileiros sugere que a variante p.1 do coronavírus, originada em Manaus, pode escapar dos anticorpos produzidos pela Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan e principal imunizante usado na campanha de vacinação contra a covid no País.
Os dados ainda são preliminares, pois foram obtidos com base em uma amostra pequena de voluntários (8) e precisarão ser confirmados por pesquisas maiores, mas acendem alerta sobre o impacto da nova linhagem na eficácia das vacinas. O estudo é de cientistas de instituições como USP e Unicamp e publicado segunda (1º) na página de pré-prints (artigos ainda não revisados por outros cientistas) da revista científica The Lancet.
O grupo coletou plasma de oito voluntários de testes da Coronavac que haviam recebido as duas doses há cerca de cinco meses e testaram a atividade neutralizante dos anticorpos no plasma contra a cepa P.1 e contra variantes da linhagem B (a mais comum no País até então). No teste, observaram que o nível de anticorpos capazes de deter o vírus foi mais baixo para a P.1 do que para a linhagem B, ficando abaixo do limite de detecção no exame.
Os cientistas ressaltam, porém, que a diferença entre as duas cepas não pode ser considerada estatisticamente significativa porque foram poucos voluntários e o nível de neutralização em ambos os casos era bastante baixo. Mesmo assim, destacam que “os resultados sugerem que a P.1 pode escapar de anticorpos neutralizantes induzidos por uma vacina de vírus inativado”, caso da Coronavac.
Por outro lado, dizem que a proteção da Coronavac contra casos graves indica que os anticorpos neutralizantes não são o único fator de proteção e as respostas de outras células do sistema imunológico, como linfócitos do tipo T ou B de memória, podem reduzir a severidade da doença.
O estudo traz outro dado preocupante: anticorpos formados por pessoas já contaminadas pelas cepas anteriores parecem não ser capazes de barrar a P.1. Os cientistas analisaram o plasma de 19 recuperados de infecções antes do surgimento da variante e verificaram redução de seis vezes na capacidade de neutralização dos anticorpos contra a P.1 em comparação com as variantes da linhagem B.
Segundo eles, os dados sugerem que a P.1 é capaz de escapar das respostas de anticorpos neutralizantes gerados por infecção prévia e “a reinfecção pode ser plausível com variantes com mutações na proteína spike”. Por isso, os cientistas destacam que poderá ser necessária a aplicação de dose de reforço, atualizada para a cepa.
Dois novos estudos feitos por pesquisadores brasileiros trazem mais evidências de que a variante do coronavírus originada em Manaus é mais transmissível e pode escapar dos anticorpos formados por uma primeira infecção.
As pesquisas apontam que a cepa P.1, como foi nomeada, é até 2,2 vezes mais contagiosa, aumenta em dez vezes a quantidade de vírus nas células do doente e tem uma chance até 61% maior de escapar da imunidade protetora conferida por uma infecção prévia. A linhagem já foi identificada em 17 Estados brasileiros.
As pesquisas ainda não foram revisadas por outros cientistas nem publicadas em revistas científicas, mas estão disponíveis online. O aumento da carga viral dessa variante foi identificado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Amazônia com base na análise do material genético de 250 amostras do Sars-CoV-2 de pacientes infectados no Amazonas entre março de 2020 e janeiro de 2021. O estudo saiu na sexta-feira (26) no site Research Square.
Ao analisarem amostras de diferentes períodos, os pesquisadores confirmaram que a primeira onda da pandemia no Estado teve predominância das linhagens B.1.195 e B.1.1.28. Esta última permaneceu como a principal cepa no Brasil durante quase todo o ano de 2020. Já na segunda onda, observada a partir de dezembro, houve o surgimento da P.1, que rapidamente se tornou predominante em Manaus e passou a ser associada à explosão de casos vista na cidade em janeiro.
Ao comparar as amostras P.1 com todas as demais cepas, os cientistas verificaram uma carga viral dez vezes maior entre as infecções pela nova variante, especialmente em pessoas de 18 a 59 anos e em mulheres idosas. Não houve diferença significativa de carga viral em homens com mais de 60 anos, mas isso pode estar relacionado ao fato de a carga viral em idosos do sexo masculino já ser mais alta mesmo em infecções pelas cepas anteriores, como explica Tiago Gräf, um dos autores do estudo, no Twitter. Ainda não se sabe se o aumento de carga viral pode tornar a doença em adultos mais agressiva, mas o aumento da quantidade de vírus no organismo contribui para que essa cepa seja transmitida com mais facilidade.
O outro estudo, feito pelo Centro Brasil-Reino Unido de Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (grupo Cadde), do qual a USP faz parte, utilizou dados genômicos e epidemiológicos para analisar as características da P.1. A partir de um modelo matemático, os cientistas verificaram que a nova variante é de 1,4 a 2,2 vezes mais transmissível do que as anteriores e tem uma probabilidade 25% a 61% maior de escapar da imunidade desenvolvida a partir de uma contaminação prévia por outra cepa.
Os autores ressaltam que mais dados e estudos são necessários para definir quanto a nova variante é mais transmissível ou propensa a causar reinfecções. O estudo investigou ainda a disseminação da linhagem pelo Brasil e verificou múltiplas vias de introdução da cepa em Estados do Sudeste, principalmente por viagens aéreas.
Nas duas pesquisas, os autores ressaltam a importância das chamadas medidas não farmacológicas, como uso de máscara e distanciamento social, pata deter a disseminação da P.1 e evitar que surjam novas variantes. “A falta de distanciamento social eficiente e outras medidas de mitigação provavelmente aceleraram a transmissão precoce da P.1, enquanto a alta transmissibilidade desta variante alimentou ainda mais o rápido aumento de casos de SARS-CoV-2 e hospitalizações observados em Manaus após seu surgimento”, declararam os autores no artigo científico.

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